Refugiados do desprezo,
pressa no retomar da fé,
Sonhos que escorrem nas escadarias da catedral,
Tão longe do céu, escadas da sé . . .
Escassa compaixão parada em tudo que se move,
E os sonhos se vão pra debaixo de pontes,
dormir seus talentos, desconhecendo suas capacidades,
Da mesma forma que se destrói o verde e se constroem cidades,
O homem se leva,
da humana natureza,
à dureza da pedra . . .
quarta-feira, 31 de março de 2010
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